Fuckin’ amazing!!
Sim, nosso show na final do FEMA foi rock’n'roll em seu estado puro, crú… original.
Sem ladainhas, músicas POP ou punheta com os nossos instrumentos. Foi rock, do jeito que tem de ser o rock: com erros, com suor, tesão, energia e pé na porta.
Só há uma forma melhor de definir o que aconteceu… é colocando uma mensagem pessoal que nosso baterista Laurent nos enviou após o show:
”Galera,
Tecnicamente, não foi nosso melhor show. Houve, como sempre, vários errinhos (Marco, eu estraguei aquela paradinha em Won’t Get Fooled. Instintivamente, acabei fazendo mais rápido. Foi mal mesmo!!!).
Dito isso, nunca saí tão feliz de uma apresentação nossa. Acho que, pela primeira vez, tocamos verdadeiramente como uma banda de rock’n'roll. Todo mundo descontraído, dando risada, improvisando. A gente realmente estava se divertindo no palco, como se o público ali presente fosse um mero detalhe (e era mesmo). Essa é a chamada rock ‘n’ roll attitude que nos faltava!!
Tb acho que, pela primeira vez, tocamos num lugar à nossa altura. Nosso som não cabe em barzinho. A gente precisa de espaço.
Meu irmão disse que essa foi, de longe, nossa apresentação mais explosiva.
Não quero nem saber quem vai ganhar essa merda (embora prefira que não seja o gordinho). Quem está em busca de medalha é melhor ir pro atletismo. Eu toquei Stones e The Who com os cães lunares e, acreditem, não tem prêmio melhor do que esse.
abraços”
Mais nada a dizer, certo?!
Agradecemos a todos que compareceram, vocês foram fantásticos. Um show à parte.
Esperamos todos na próxima!
Fotos e vídeos em breve!
And we’ll keep on rockin’!!!
Abraços!
Não, há sim o que comentar: o que o Laurent quis dizer com o público ser um detalhe é que os Moondogs não se sujeitam a fórmulas e a necessidades de popularidade, etc. Somos aquilo que estava lá no palco (definam como quiserem) e tocamos o que queremos tocar, e não o que deveríamos tocar – para bom entendedor, nosso set list basta.
Mas, nem por isso, vocês – mamães, papais e irmãos, namoradas (e reservas
), amigos, gente sem ter o que fazer, corintianos que pensam ser merecedores de qualquer respeito e bêbados que sobem no palco – deixam de ser considerados a todo momento. Nós fazemos música pela música e para a música, e com aquilo que já foi falado supra: (aah, o Direito…): “rock’n'roll em su estado puro, crú… original. Sem ladainhas, músicas POP ou punheta com os nossos instrumentos. Foi rock, do jeito que tem de ser o rock: com erros, com suor, tesão, energia e pé na porta.”
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Se vocês se divertem com isso, aí, sim, a nossa felicidade estará plena.
Se vocês querem ouvir Burn, Mr. Jones e Born to be Vild, bem… carinhosamente, fodam-se