Saudações, leitores desocupados, ou - por que não dizer? – vagabundos!
Neste singelo artigo, irei oferecer uma pequena contribuição para a polêmica deflagrada por nosso ilustre tecnólogo do som, Mau-au (”mau” pelo trocadilho… moondogs). Vocês compatilham da sensação de que a música não possui mais aquela vibração cativante de antigamente, e parece ser feita sem capricho, de modo a não provocar nenhuma sensibilidade em quem escuta? Em caso negativo, parem de ler e dêem o fora daqui.
Talvez, não seja apenas a questão da dinâmica, explicada pelo Maurício no primeiro artigo: a qualidade dos instrumentos pode ter seu quê de responsabilidade:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u418335.shtml
Em outra oportunidade, irei aprofundar a matéria (não se empolguem com sentidos figurados).
It’s the rock’n roll damnation! Abraços!